A 62ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergências (SBVE) foi ministrada na manhã desta quinta-feira, 17 de julho de 2025, na Sala de Aula e na Sala de Simulação da OTICS-Rio Andaraí. Como fruto da parceria entre a Rede OTICS/SMS-RJ e do Núcleo de Formação Profissional, Pesquisa e Educação Permanente (NUFOPEP/RioSaúde).

Estiveram presentes 11 profissionais da saúde, do CMS Manoel de Abreu, CMS Marcolino Candau, Hospital do Andaraí. Estiveram ausentes profissionais da unidade do CMS Manoel de Abreu, Hospital Municipal Ronaldo Gazolla e Hospital do Andaraí.



A turma desenvolveu conhecimentos em:
- Definição e Reconhecimento da Parada Cardiorrespiratória (PCR);
- Cadeia de Sobrevivência e Primeiros passos da PCR;
- Vigilância, prevenção e possíveis etiologias da PCR;
- Condutas para adulto, gestante, criança e bebê na PCR;
- Boa ventilação e dispositivos extra glóticos;
- Avaliação de ritmos cardíacos;
- Uso de desfibrilador Externo Automático – DEA;
- Dinâmica efetiva de atendimento na PCR e Manobra de desengasgo.

Local: Rua Leopoldo, 280 – 12º andar, Andaraí, Rio de Janeiro – RJ



Nesse sentindo, a atividade teve como objetivo atualizar o mapeamento territorial das áreas de atuação dos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), promovendo a demarcação colaborativa das microáreas. Essa ação contribui diretamente para o aprimoramento do planejamento e da organização das ações em saúde no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS).
O encontro contou com a presença de Eduardo Queirolo, responsável pelo georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA), vinculada à Coordenadoria Geral de Atenção Primária da Área Programática 2.1 (CAP 2.1), fortalecendo o caráter técnico e estratégico da iniciativa.
Sendo assim, a territorialização, na perspectiva da saúde coletiva, transcende a simples divisão geográfica e assume papel estratégico na identificação de determinantes sociais da saúde, no reconhecimento de vulnerabilidades e na construção de intervenções planejadas e orientadas às necessidades reais da população.
Logo, o processo de territorialização viabiliza o mapeamento dos determinantes sociais em saúde, a vigilância em saúde integrada e o planejamento de ações de cuidado individual e coletivo, com ênfase na promoção, prevenção e recuperação da saúde. Além disso, permite o monitoramento de agravos, a identificação de grupos prioritários e o desenvolvimento de estratégias específicas para áreas de maior vulnerabilidade.
Portanto, a territorialização é um elemento estruturante da Atenção Primária à Saúde (APS) e assume papel central no funcionamento das Clínicas da Família (CF) e os Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao possibilitar o conhecimento aprofundado do território e da população, fortalece o cuidado centrado nas necessidades locais, promove maior efetividade das ações em saúde e contribui para a redução das desigualdades sociais e sanitárias.

















