A 31ª turma do Curso de Suporte Avançado à Vida (SAVE-Rio) foi ministrada nesta quinta-feira, 14 de agosto de 2025, na Sala Multiuso e no Box de Simulação da Estação OTICS-Rio Souza Aguiar, como fruto da parceria entre a Rede OTICS/SMS-RJ e o Núcleo de Formação Profissional, Pesquisa e Educação Permanente (NUFOPEP/RioSaúde).

A atividade contou com a presença de 7 médicos(as), lotados no seguintes unidades: CMS Rodolpho Perisse Vidigal, Hospital Municipal Lourenço Jorge, CF Jeremias Moraes da Silva, CER Realengo e CF Sergio Vieira de Mello. Houve 2 ausências, lotados no Hospital Municipal Lourenço Jorge e CMS Clementino Fraga.

Durante o curso foram abordados temas essenciais para o aprimoramento das práticas de suporte à vida, tais como:
- Suporte Básico de Vida: técnicas de reanimação de alta qualidade, ventilação com bolsa-válvula-máscara e uso do DEA.
- Síndrome Coronariana Aguda.
- Acidente Vascular Encefálico.
- Taquiarritmias e Bradiarritmias.
- Manejo da Parada Cardiorrespiratória intra-hospitalar.
- Simulação realística de casos clínicos, promovendo uma experiência prática e envolvente.






Local: Praça da República, 111 – 2º andar, Centro, Rio de Janeiro – RJ
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Diante disso, a Oficina de Territorialização foi conduzida por Eduardo Queirolo, responsável pelo georreferenciamento da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA), da Coordenadoria Geral de Atenção Primária (CAP 2.1). Utilizando o software Google Earth Pro, os participantes revisaram e redefiniram as microáreas de cobertura da Equipe de Saúde da Família (eSF) Macega, com base em dados populacionais e na experiência territorial dos profissionais.
Nesse contexto, a atualização do território é essencial para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e resolutivo. A territorialização, no âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), é muito mais do que delimitação geográfica; é um processo técnico-político que possibilita compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento eficaz das ações de saúde.
Contudo, as metodologias participativas baseadas no território, como o uso de mapeamentos sociais e ambientais em oficinas, mostram-se fundamentais para fortalecer a atuação da Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente quando integradas à participação social e à determinação social do processo saúde-doença.
Dessa forma, a Oficina de Territorialização fortalece os pilares do Sistema Único de Saúde (SUS) universalidade, integralidade e equidade, aproximando os serviços da realidade vivida pela comunidade. Com o conhecimento territorial atualizado, as Equipes de Saúde da Família (eSF) podem desenvolver linhas de cuidado adequadas à realidade local, contribuindo para a redução das desigualdades e iniquidades em saúde.
Portanto, a atividade de atualizar o território e as microáreas com as Equipes de Saúde da Família (eSF) reafirma a importância da Atenção Primária à Saúde (APS) como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS), evidenciando o papel estratégico das Unidades Básicas de Saúde (UBS), Clínicas da Família e Centros Municipais de Saúde (CMS) na transformação das condições de vida e saúde da população.



