10º Ciclo de Debates da SUBPAV 2025

O 10º Ciclo de Debates da SUBPAV foi realizado em formato remoto nesta quarta, 19 de novembro de 2025, na sala de podcasts da OTICS-Rio Sede e trouxe como temática ‘A Saúde da População Negra’. A atividade contou com a organização da Superintendência de Integração de Áreas de Planejamento (SIAP). Teve como objetivo promover o debate e fortalecer a habilidade dos profissionais da Atenção Primária à Saúde para a incorporação de práticas antirracistas no cuidado, contribuindo para a redução das iniquidades em saúde da população negra no município do Rio de Janeiro. A conversa foi conduzida por Aline Aguiar, Superintendente de Promoção da Saúde (SPS), Nadyra Moraes, Analista de Vigilância em Saúde, Gislani Mateus, Superintendente de Vigilância em Saúde (SVS), Cristiane Teixeira da Silva Vicente, Gestora Técnica em saúde da população negra do Grupo Gestor Especial em Saúde da População Negra e Camila Athayde, Área Técnica de Saúde da População Negra.

Conteúdo Programático: 

15:00h – Abertura
Apresentação: Aline Aguiar, Superintendente de Promoção da Saúde (SPS)
– Apresentação do tema e dos participantes (com a AUTODESCRIÇÃO de cada apresentador)
– Importância do tema para a saúde pública e os serviços da APS
– Reforçar sobre a importância do fortalecimento da prática antirracista no cuidado.

15:05h – BLOCO 1:  – Apresentação dos recortes epidemiológicos e o lançamento do Boletim Epidemiológico – Saúde da População Negra.
Apresentação: Nadyra Moraes, Gislani Mateus – SVS
Dados primários do Boletim Epidemiológico – Saúde da População Negra.

15:25h – BLOCO 2: – Saúde da população negra: reconhecer, registrar e cuidar com Justiça racial
Apresentação: Cristiane Teixeira da Silva Vicente (Gestora Técnica em saúde da população negra do Grupo Gestor Especial em Saúde da População Negra
Temáticas abordadas:
Saúde da população negra: histórico, políticas e marcos legais (PMSIPN)
Os Impactos do racismo estrutural e institucional na saúde da população negra
A importância do registro do quesito cor/raça e da análise para o planejamento do cuidado.

15:45h – BLOCO 3:  – Promoção da Equidade em Saúde: O Papel dos NERES, da PNPS e dos Determinantes Sociais na Saúde da População Negra
Apresentação: Camila Athayde (Área Técnica de Saúde da População Negra)
Explicar sobre NERES no contexto da Saúde
Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS)
Determinantes Sociais para a População Negra no contexto da promoção da Saúde

16:05h BLOCO 4: Encerramento
Apresentação: Aline Aguiar e os facilitadores.
-Perguntas e Sugestões
-Considerações Finais

 

 

 

 

110ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE) no Hospital Municipal Rocha Faria

No dia 19 de novembro de 2025, nono dia do mutirão “Rocha Fará” em Campo Grande, a Rede OTICS-Rio/SMS-RJ, em parceria com o NUFOPEP/RioSaúde, realizou a 110ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE), no turno da manhã. A atividade foi voltada aos profissionais de saúde do Hospital Municipal Rocha Faria.

Ao todo, 62 profissionais de saúde foram capacitados, fortalecendo as práticas de atendimento em situações de emergência.

A turma desenvolveu conhecimentos em:

  • Definição e Reconhecimento da Parada Cardiorrespiratória (PCR);
  • Cadeia de Sobrevivência e Primeiros passos da PCR;
  • Vigilância, prevenção e possíveis etiologias da PCR;
  • Condutas para adulto, gestante, criança e bebê na PCR;
  • Boa ventilação e dispositivos extra glóticos;
  • Avaliação de ritmos cardíacos;
  • Uso de desfibrilador Externo Automático – DEA;
  • Dinâmica efetiva de atendimento na PCR e Manobra de desengasgo.

 

109ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE) no Hospital Municipal Rocha Faria

No dia 18 de novembro de 2025, oitavo dia do mutirão “Rocha Fará” em Campo Grande, a Rede OTICS-Rio/SMS-RJ, em parceria com o NUFOPEP/RioSaúde, realizou a 109ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE), no turno da tarde. A atividade foi voltada aos profissionais de saúde do Hospital Municipal Rocha Faria.

Ao todo, 41 profissionais de saúde foram capacitados, fortalecendo as práticas de atendimento em situações de emergência.

A turma desenvolveu conhecimentos em:

  • Definição e Reconhecimento da Parada Cardiorrespiratória (PCR);
  • Cadeia de Sobrevivência e Primeiros passos da PCR;
  • Vigilância, prevenção e possíveis etiologias da PCR;
  • Condutas para adulto, gestante, criança e bebê na PCR;
  • Boa ventilação e dispositivos extra glóticos;
  • Avaliação de ritmos cardíacos;
  • Uso de desfibrilador Externo Automático – DEA;
  • Dinâmica efetiva de atendimento na PCR e Manobra de desengasgo.

108ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE) no Hospital Municipal Rocha Faria

No dia 18 de novembro de 2025, oitavo dia do mutirão “Rocha Fará” em Campo Grande, a Rede OTICS-Rio/SMS-RJ, em parceria com o NUFOPEP/RioSaúde, realizou a 108ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE), no turno da manhã. A atividade foi voltada aos profissionais de saúde do Hospital Municipal Rocha Faria.

Ao todo, 61 profissionais de saúde foram capacitados, fortalecendo as práticas de atendimento em situações de emergência.


A turma desenvolveu conhecimentos em:

  • Definição e Reconhecimento da Parada Cardiorrespiratória (PCR);
  • Cadeia de Sobrevivência e Primeiros passos da PCR;
  • Vigilância, prevenção e possíveis etiologias da PCR;
  • Condutas para adulto, gestante, criança e bebê na PCR;
  • Boa ventilação e dispositivos extra glóticos;
  • Avaliação de ritmos cardíacos;
  • Uso de desfibrilador Externo Automático – DEA;
  • Dinâmica efetiva de atendimento na PCR e Manobra de desengasgo.

 

 

Relatório Final “PCATOOL RIO – 2024”

No 1º semestre de 2024, 898 usuários adultos, 961 cuidadores de crianças usuárias dos serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) do Rio de Janeiro e mais 234 gerentes dos mesmos serviços, foram entrevistados por meio do Instrumento de Avaliação da APS, Primary Care Assessment Tool, o PCATool-Brasil. O objetivo era ter um panorama rigoroso, por meio da experiência real dos usuários, do grau de extensão dos atributos essenciais e derivados da APS. A pesquisa teve um desenho de estudo transversal do tipo survey, com amostras aleatórias independentes de usuários (crianças e adultos) dos serviços de APS da cidade do Rio de Janeiro (Clínica da Família, Centro Municipal de Saúde). Para os gerentes de APS foi realizado um censo. Os escores dos atributos da Atenção Primária à Saúde (APS) assim como escore essencial e o escore Geral foram produzidos conforme o manual do instrumento, sendo apresentado com escala variando de 0 a 10. Os escores dos itens foram obtidos pela transformação na escala original do item (variando de 1 a 4) para a mesma escala dos escores (variando de 0 a 10). Um escore acima de 6,6 indica uma elevada qualidade de atenção à saúde no respectivo item/atributo. As unidades Centros Municipais de Saúde obtiveram desempenho superior na avaliação de adultos e crianças que utilizam os serviços de Atenção Primária à Saúde na cidade do Rio de Janeiro. A experiência de adultos nos serviços foi mais bem avaliada do que a de crianças, embora a proporção de usuários encaminhados para outro especialista tenha sido muito superior no primeiro caso, isto é, a metade dos adultos que fizeram consulta médica nas unidades no 1º semestre de 2024 relataram ter sido encaminhados para outro serviço, o que revela problema de resolutividade na APS. Para a amostra de adultos, os atributos “acesso de primeiro contato / acessibilidade” e “integralidade – serviços prestados” mostraram-se os mais desfavoráveis e contribuíram para diminuir os escores essencial e geral. A “orientação comunitária” e “orientação familiar” também se revelaram atributos em construção. Por outro lado, a “coordenação do cuidado”, “acesso -primeiro contato”, “afiliação” encontram-se em trajetória de qualidade: os escores essenciais e gerais foram quase sempre superiores a 6,0. Não obstante, na amostra de crianças, os atributos “acesso de primeiro contato / acessibilidade” e “integralidade – serviços prestados” mostraram-se mais desfavoráveis e contribuíram para diminuir os escores essencial e geral. A “orientação comunitária” e “orientação familiar” também se revelaram atributos em reconstrução. A “coordenação do cuidado” e o “acesso -primeiro contato” encontram-se em trajetória de qualidade; os escores essenciais e gerais foram quase sempre superiores a 6,0. Por outro lado, os serviços foram sempre melhor avaliados na perspectiva dos gerentes de APS, sendo que os atributos melhores avaliados foram “coordenação do cuidado”, “orientação familiar” e “competência cultural”. Apenas um atributo se demonstrou abaixo do ponto de corte “acesso de primeiro contato”.

Acesse aqui o relatório final “PCATOOL RIO – 2024” na íntegra:
Ebook_Livro_PcaTool Usuários_2024

Veja a base de dados não identificada da pesquisa:
base_pcatool_rio2024

Relatório Final “PCATOOL RIO – 2025”

No 1º semestre de 2025, 1.888 profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde (APS) do município do Rio de Janeiro (807 médicos, 732 enfermeiros e 349 cirurgiões-dentistas) responderam ao Instrumento de Avaliação da APS – PCATool-Brasil, em versão eletrônica. O objetivo foi analisar, na perspectiva dos profissionais, a presença e a extensão dos atributos essenciais e derivados da APS. A pesquisa teve delineamento transversal do tipo survey, com aplicação remota do questionário (Survey Monkey) e participação de todos os profissionais atuantes em Clínicas da Família e Centros Municipais de Saúde, garantindo representatividade para o município. Os escores dos atributos foram apresentados em escala de 0 a 10, considerando valores acima de 6,6 como indicativos de elevada qualidade. De forma geral, os atributos mais bem avaliados entre médicos, enfermeiros e dentistas foram “Serviços Prestados” e “Serviços Disponíveis”, enquanto “Acessibilidade” e “Longitudinalidade” apresentaram os resultados mais baixos. O Escore Geral médio superou 7,0 em todas as categorias profissionais, revelando desempenho global satisfatório da APS, embora persistam desigualdades entre tipos de unidade e variáveis do mercado de trabalho. Adicionalmente, o Employee Net Promoter Score (eNPS) foi aplicado como medida de satisfação profissional, mostrando forte associação com os escores do PCATool: profissionais que avaliaram a APS com escores abaixo de 6,6 tenderam a demonstrar insatisfação com o trabalho, refletida em resultados negativos no eNPS (classificados como zona crítica). Por outro lado, aqueles que atribuíram escores iguais ou superiores a 6,6 apresentaram maior satisfação e engajamento, traduzidos em valores positivos no eNPS. Os resultados indicam que, apesar de avanços na consolidação da APS no Rio de Janeiro, ainda há desafios importantes relacionados à resolutividade, acesso e continuidade do cuidado, apontando para a necessidade de fortalecer atributos essenciais e alinhar estratégias de gestão e financiamento.

Acesse aqui o relatório final “PCATOOL RIO – 2025” na íntegra:

Ebook_Livro_PcaTool_Profissionais_2025

21ª turma do Curso de Orientações Básicas para Recepcionistas (OBAR) no Hospital Municipal Rocha Faria

No dia 17 de novembro de 2025, sétimo dia do mutirão “Rocha Fará” em Campo Grande, a Rede OTICS-Rio/SMS-RJ, em parceria com o NUFOPEP/RioSaúde, realizou a 21ª turma do Curso de Orientações Básicas para Recepcionistas (OBAR), no turno da tarde. A atividade foi voltada aos profissionais de saúde do Hospital Municipal Rocha Faria.

Ao todo, 19 profissionais de saúde foram capacitados, fortalecendo as práticas de atendimento em situações de emergência.

Durante o curso foram ministrados módulos com ênfase em:

  • Acolhimento;

  • Comunicação;

  • Introdução ao Sistema Único de Saúde (SUS);

  • Segurança do Paciente;

  • Princípios Fundamentais de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE)

 

20ª turma do Curso de Orientações Básicas para Recepcionistas (OBAR) no Hospital Municipal Rocha Faria

No dia 17 de novembro de 2025, sétimo dia do mutirão “Rocha Fará” em Campo Grande, a Rede OTICS-Rio/SMS-RJ, em parceria com o NUFOPEP/RioSaúde, realizou a 20ª turma do Curso de Orientações Básicas para Recepcionistas (OBAR), no turno da manhã. A atividade foi voltada aos profissionais de saúde do Hospital Municipal Rocha Faria.

Ao todo, 19 profissionais de saúde foram capacitados, fortalecendo as práticas de atendimento em situações de emergência.

Durante o curso foram ministrados módulos com ênfase em:

  • Acolhimento;

  • Comunicação;

  • Introdução ao Sistema Único de Saúde (SUS);

  • Segurança do Paciente;

  • Princípios Fundamentais de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE)



 

107ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE) no Hospital Municipal Rocha Faria

No dia 12 de novembro de 2025, sexto dia do mutirão “Rocha Fará” em Campo Grande, a Rede OTICS-Rio/SMS-RJ, em parceria com o NUFOPEP/RioSaúde, realizou a 107ª turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergência (SBVE), no turno da tarde. A atividade foi voltada aos profissionais de saúde do Hospital Municipal Rocha Faria.

Ao todo, 50 profissionais de saúde foram capacitados, fortalecendo as práticas de atendimento em situações de emergência.

A turma desenvolveu conhecimentos em:

  • Definição e Reconhecimento da Parada Cardiorrespiratória (PCR);
  • Cadeia de Sobrevivência e Primeiros passos da PCR;
  • Vigilância, prevenção e possíveis etiologias da PCR;
  • Condutas para adulto, gestante, criança e bebê na PCR;
  • Boa ventilação e dispositivos extra glóticos;
  • Avaliação de ritmos cardíacos;
  • Uso de desfibrilador Externo Automático – DEA;
  • Dinâmica efetiva de atendimento na PCR e Manobra de desengasgo.

 

 

OTICS-Rio em conjunto com as unidades de APS ofertaram mais de 240 oficinas de territorialização para os ACS’s do RJ (até outubro de 2025)

A OTICS-Rio, em conjunto com as unidades de Atenção Primária das áreas de planejamento 1.0, 2.1, 2.2, 3.1, 3.2, 3.3, 4.0, 5.1, 5.2 e 5.3, está promovendo a atualização dos mapas de microáreas e equipes para integrar à ferramenta “Onde ser Atendido?”, que permite a cada morador do Rio localizar a sua unidade de saúde de referência. Até outubro de 2025, já foram realizadas mais de 240 oficinas de territorialização e 163 mapas foram finalizados.