A 52ª Turma do Curso de Suporte Básico à Vida em Emergências (SBVE) foi ministrada na tarde desta quinta-feira, 14 de maio de 2026, na Sala Multiuso da Estação OTICS Lourenço Jorge.


Como fruto da parceria entre a Rede OTICS/SMS-RJ e o Núcleo de Formação Profissional, Pesquisa e Educação Permanente (SMS-Rio/RioSaúde).Estiveram presentes 13 profissionais da saúde, sendo lotados nas seguintes unidades: Hospital Municipal Lourenço Jorge, CER Barra, CF Maicon Siqueira, Maternidade Leila Diniz e CMS Raphael de Paula Souza.



A turma desenvolveu conhecimentos em:
- Definição de Parada Cardiorrespiratória (PCR);
- Reconhecimento da PCR em Adultos, Crianças e Bebês;
- Cadeia de Sobrevivência;
- Sinais de Alerta da PCR em Adultos, Crianças e Bebês;
- Etiologia da PCR no Adulto;
- Etiologia da PCR Materna;
- Condutas de Atendimento em Adulto, Gestante, Criança e Bebê;
- Abertura de Vias Aéreas em Adultos, Crianças e Bebês;
- Orientações Sobre Ventilação;
- Avaliação dos Ritmos Cardíacos;
- Uso do Desfibrilador Externo Automático (DEA);
- Organização e Uso do Carrinho de Emergência;
- Dinâmica Efetiva do Atendimento;
- Manobra de Desengasgo;
- Atendimento ao Afogamento;
- Atendimento à Crise Convulsiva;
- Atendimento a Queimaduras;
- Intoxicação Exógena;
- Controle de Hemorragias


Estiveram presentes 9 enfermeiros(as) lotados(as) nas seguintes unidades: Hospital Municipal Souza Aguiar, UPA24h Del Castilho, Hospital do Andaraí e Hospital Municipal Ronaldo Gazolla.








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Sendo assim, a atualização territorial é fundamental para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além da delimitação geográfica, constituindo um processo técnico-político que possibilita compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Nesse sentido, o território configura-se como elemento estratégico na organização e no trabalho das Clínicas da Família (CF) e dos Centros Municipais de Saúde (CMS). Sua utilização como ferramenta de análise e planejamento fortalece a efetividade da Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo ações alinhadas às necessidades da população e fortalecendo os vínculos entre os serviços de saúde e a comunidade.
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O IEMED é um curso teórico-prático desenvolvido pela OTICS/SMS-RJ e destinado à capacitação de médicos da Atenção Primária à Saúde (APS). Durante o treinamento, os participantes aprofundaram seus conhecimentos sobre a interpretação de exames, com foco nas situações mais comuns encontradas no cotidiano de trabalho. O curso visa aprimorar a qualidade da assistência prestada, oferecendo aos profissionais subsídios para um diagnóstico mais preciso e eficiente. A leitura correta de um eletrocardiograma é crucial para a identificação de distúrbios cardioelétricos, permitindo decisões mais assertivas no atendimento.
A interpretação adequada fornece dados clínicos fundamentais para a tomada de decisão, podendo confirmar ou descartar disfunções. Saber analisar um eletrocardiograma é primordial para o diagnóstico correto de cardiopatias, seja em exames de rotina ou no atendimento a pacientes em prontos-socorros e hospitais. A atividade contou com a presença de 8 médicos sendo 2 médicos da CF Sérgio Vieira de Mello, 2 médicos das Unidades Prisionais de Atenção Primária, do CMS Oswaldo Cruz, Hospital Municiapal Miguel Couto, CF Victor Valla e Hospital Municipal Souza Aguiar.











Nesse contexto, a atualização do território é essencial para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além de uma simples delimitação geográfica: trata-se de um processo técnico-político que permite compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se como instrumentos estratégicos para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao articularem o planejamento em saúde às especificidades de cada território, contribuem para uma atenção mais humanizada e alinhada às necessidades da população.
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