Nesta segunda-feira, 18 de maio de 2026, na CAP 3.2, foi realizada a oficina de territorialização da CF Erivaldo Fernandes Nobrega. Participaram da oficina, o integrante da OTICS Andaraí Caio Pasquini, o colaborador da Divisão de Informação, Controle e Avaliação (DICA) Wilson César, além de 3 Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da unidade em questão.


A atividade teve como objetivo realizar ajustes no território da unidade e a delineação das microáreas, etapa fundamental para o fortalecimento desse processo e para a organização do trabalho das equipes da Atenção Primária à Saúde.

Durante a atividade é apresentado o Google Earth Pro para os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) da unidade, que é um recurso importante para a territorialização. Este software é utilizado na demarcação das microáreas, uma ferramenta estratégica para o mapeamento e georreferenciamento no âmbito da saúde.

Local: Rua Leopoldo, 280 – 12º andar, Andaraí, Rio de Janeiro – RJ
Sendo assim, a atualização territorial é fundamental para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além da delimitação geográfica, constituindo um processo técnico-político que possibilita compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Nesse sentido, o território configura-se como elemento estratégico na organização e no trabalho das Clínicas da Família (CF) e dos Centros Municipais de Saúde (CMS). Sua utilização como ferramenta de análise e planejamento fortalece a efetividade da Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo ações alinhadas às necessidades da população e fortalecendo os vínculos entre os serviços de saúde e a comunidade.
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Nesse contexto, a atualização do território é essencial para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No âmbito da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além de uma simples delimitação geográfica: trata-se de um processo técnico-político que permite compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Portanto, as oficinas de territorialização configuram-se como instrumentos estratégicos para o fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) nas Clínicas da Família (CF) e nos Centros Municipais de Saúde (CMS). Ao articularem o planejamento em saúde às especificidades de cada território, contribuem para uma atenção mais humanizada e alinhada às necessidades da população.
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