No período da manhã da quarta-feira, dia 20 de maio de 2026, foi realizada a Oficina de Territorialização da Clínica da Família Chapéu Mangueira-Babilônia, que teve como objetivo trabalhar os territórios das 2 equipes pertencentes à unidade. Participaram da oficina o responsável pela estação OTICS-Rio Copacabana, Leandro Vinícius, e o responsável pelo Georreferenciamento da Divisão de Informação Controle e Avaliação (DICA) da CAP 2.1, Eduardo Queirolo. E puderam contar com total apoio da gerente da unidade de saúde, Daniele Fernandes.
Foi apresentada aos representantes dos Agentes Comunitários de Saúde de cada equipe, a ferramenta Google Earth, que é um recurso imprescindível para a elaboração de mapas de territorialização. O Google Earth, no âmbito da saúde, é uma ferramenta estratégica para o mapeamento e georreferenciamento, permitindo a criação de mapas personalizados que destacam áreas de maior necessidade. Isso facilita o planejamento e a implementação de intervenções eficazes, atendendo assim às necessidades das comunidades locais.
O objetivo do trabalho é a delineação das microáreas dos territórios da Atenção Básica à Saúde, processo social e político importante para a realização dos princípios constitucionais do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil. Processo fundamental para identificação das necessidades de saúde da população, planejamento e ações de saúde, contemplando uma assistência com integralidade, um dos princípios mais importantes do SUS.



















Sendo assim, a atualização territorial é fundamental para garantir um cuidado em saúde mais direcionado e efetivo. No contexto da Estratégia Saúde da Família (ESF), a territorialização vai além da delimitação geográfica, constituindo um processo técnico-político que possibilita compreender os determinantes sociais, epidemiológicos e demográficos da população assistida, contribuindo para o planejamento das ações de saúde.
Nesse sentido, o território configura-se como elemento estratégico na organização e no trabalho das Clínicas da Família (CF) e dos Centros Municipais de Saúde (CMS). Sua utilização como ferramenta de análise e planejamento fortalece a efetividade da Atenção Primária à Saúde (APS), promovendo ações alinhadas às necessidades da população e fortalecendo os vínculos entre os serviços de saúde e a comunidade.
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